quarta-feira, 10 de junho de 2015

Planta Maldita: um thriler vegetariano

 Começa a cena num front. Soldados fortemente armados, máscaras de gás, lasers, barulho de helicóptero, luzes, sons de rádio.
Uma cúpula desce pendurada. Supostamente do helicóptero. Os soldados cercam.
- Você está cercada! Rápido, prendam-na! (soldados atrás de um monte fazem como se estivessem amarrando uma pessoa que resiste. Ao descer a cúpula eles tiram-na da corda)
- Essa foi a última rebelde, capitão?
- Sim! Demoramos mas conseguimos livrar o mundo desses malditos. A santa paz, rapazes, vai voltar a reinar nessa terra!
(olham ao redor)
- Assim espero.
- Capitão (diz o rapaz saindo de trás do monte, com uma planta dentro da cúpula). Devemos matá-la, como fizemos com as outras?
- Não! Como sendo o último espécime da praga de devastou a humanidade, deverá ser mantida viva, para as pesquisas bélicas! Para os cientistas do exército desenvolverem uma vacina para evitar que esse mal retorne com força maior.
- Tudo bem, capitão. Tudo bem...

- paiê... tô com fome!
- Aguenta meu filho. O governo só nos deu três pastilhas. Elas devem durar até o final do turno
- Tô com fome!
- Ah! Tudo bem! (tira de um saquinho plástico uma pastilha)
- Não gosto de pastilhas (o menino arremessa o alimento)
- Meu filho, NÃO! (diz o pai correndo atrás de onde o filho jogou) Por que você fez isso? Isso é comida!
(O menino começa a chorar)
- Desculpe, meu filho... mas é que você tem que entender.
- Quero carne!
- Carne? De onde você tirou essa ideia? Carne não existe, você já está cansado de saber.
- tsc






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Esse texto eu escrevi em 2012. Obviamente está inacabado, mas resolvi publicar aqui. Não sei se um dia vou terminá-lo.

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