segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O final do ponto


Uma parede.
Um ponto
Um ponto numa parede. 


Perdido na imensidão do branco de cal
Um ponto normal. 

Um ponto que mexe
Um ponto que soa
Um ponto que olha
Um ponto que voa 

Um ponto que pousa no branco de cal
Mamãe veio e PAF! Matou o animal 

Era o ponto uma mosca
E essa poesia é "tosca"


Cora Rufino



(dos idos 2004)

Um comentário:

Roberto Mibielli disse...

amei, Cora!!! Amei!!!